Olhei para o relógio e as horas ali, paradas, ironicamente e fisicamente estáticas.
Tomei ar, almocei, investi na paciência.Resolvi esquece-la.
Ônibus cheio. Cheiro ruim. Todos tornaram-se primatas. Desci do ônibus.
Entrei no palácio a fim de relaxar, assim o fiz.
As horas correram.
E assim deito-me para amanhã.
Boa noite!