sábado, 8 de maio de 2010

Chuva, prata e cara.





















De volta para casa consigo lembrar de tudo; assim como entender a quantidade de água que cai do céu avermelhado e da escuridão aconchegante que permeia o caminho.
Inclusive de como é difícil ser humano.
Entretanto a chuva alimenta a alma e sempre me dá força para acreditar de que o momento sapiens é importante. Retrógrado, extenso, necessário e viciado.
O bom mesmo refere-se a tempestade pela qual sempre traz o céu mais raro depois de tudo. Infinitamente gravado em meu ser.


Durmo.


Sr.

Fotografia: Mariana Bento (inexorável, incalculável)