sábado, 14 de setembro de 2013

Alívio

Reconhecer o sadismo, saber que ele é uma herança sócio-familiar e que sua função não é sadomasoquista (neste caso) me deixa mais calmo.
Agora descanso.
Não posso pedir perdão aos que sofreram com as infantis piadas, no entanto percebo que não há melhor solução para ambas as partes do que a resiliência, a capacidade de tornar erros em conhecimentos.

Formalidades a parte, vamos cultuar o amor e a consciência.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Eu sei o que é universal.

Mas também sei que não é fácil entender o ser universal.

Acho que o homem em contato com a natureza é a prova maior de que isso tudo tem sentido.

Acredito na aleatoriedade das idéias pois no final uma conclusão é adquirida.

Estou de cara limpa.

sábado, 6 de julho de 2013

sábado de manhã

Tô aqui pensando na raiva.
Ela de fato ajuda no movimento, no ballet.

Também penso no amor.
Ele aparenta ser mais estagnado do que a raiva.
Mas é só aparência. 
Acontece que sua eficiência é tão ágil que não dá tempo para raciocinar: quando nos damos conta já estamos com o sorriso, com o gozo.

Hoje pela manhã lembrei da angústia, medo e diversas outras coisas que envolvem a insegurança.
Percebi que a velocidade para estas sensações também é grande, entretanto é possível bani-las quando exercitamos o auto conhecimento.

Pensar é sentir ?
Na minha opinião: depende da sua velocidade.

toca raul


domingo, 24 de março de 2013

Chegou uma onda de saudosismo. Junto com uma chuva de novas necessidades.
Acho que o iceberg esta derretendo.
Bom que isto libera novos medos, desafios, enfim, tudo junto misturado. 

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Bom mesmo é vivenciar mudanças, sejam comportamentais ou mesmo cotidianas.
Sempre achei estranho a maneira que os homens lidam com o tempo, a forma que eles criam metodologias para defini-lo também me dá angústia.

O tempo não para.

É, pode até ser que não para, mas o que importa mesmo esta na corda da vida.

A corda pela qual somos responsáveis em segurar, cuidar e descobrir quando é hora de usar mais força ou mais razão.